3 h
Lisboa: Passeio a Pé pela História e Estilo de Vida
- Acesso a múltiplas atrações
- Voucher móvel
- Datas flexíveis
- Cancelamento gratuito
Walking Tour Lisboa — Rotas Guiadas e Ruas de Acesso Gratuito
Colinas de calçada ao amanhecer, praças banhadas pelo rio ao meio-dia.
Compare tarifas e escolha a que mais lhe convém — todas as reservas incluem voucher móvel e cancelamento gratuito onde indicado.
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A maioria dos visitantes de primeira viagem beneficia de começar com uma visita a pé gratuita por Lisboa através da Baixa e Alfama, adicionando depois uma visita histórica a Lisboa em grupo pequeno se quiserem histórias mais profundas e menos pessoas à volta do guia.
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Top pick Visita a pé gratuita |
Visita paga em grupo pequeno | |
|---|---|---|
| Tamanho do grupo | 15–30+ pessoas, o tamanho varia conforme a época | 6–14 pessoas, limitado pelo operador |
| Modelo de custo | Entrada gratuita, gorjeta de 10–15 EUR por pessoa | Preço fixo, 24–29 EUR por pessoa |
| Profundidade do conteúdo | Visão geral ampla, narração focada em pontos turísticos | Temática, baseada em histórias com espaço para perguntas |
| Flexibilidade | Rota fixa, o guia define o ritmo | O grupo menor permite desvios e perguntas |
| Requisito de reserva | Reservar online, sem pagamento antecipado | Reserva antecipada com pré-pagamento obrigatório |
| Ideal para | Viajantes económicos que querem uma orientação rápida | Visitantes que querem contexto e um grupo mais tranquilo |
| See tickets & prices |
Verdict: Nenhuma substitui a outra: a visita gratuita é a forma mais barata de se orientar pela Praça do Comércio e Alfama, enquanto a opção paga em grupo pequeno recompensa os viajantes que desejam um ritmo mais lento e um guia que não tenha de lidar com uma multidão de trinta pessoas à espera de gorjeta.
Experiências selecionadas amadas por milhares de viajantes
1,5 horas
Cancelamento gratuito
Descubra a vibrante cena de arte urbana de Lisboa em bairros históricos em apenas 90 minutos.
3 horas
Cancelamento gratuito
Explore a era dourada de Lisboa em 3 horas — locais da UNESCO, vistas do rio e um lendário pastel de nata.
2 horas
Cancelamento gratuito
Explore as ruas mais antigas de Lisboa num passeio privado de 2 horas pelas vielas escondidas de Alfama e pela sua história multifacetada.
Comece na estátua equestre do Rei D. José I e nos degraus do Cais das Colunas de frente para o Rio Tejo
A maior praça real da Europa Ocidental, com cerca de 36.000 metros quadrados, foi reconstruída em formato de grade após o terremoto de 1755 destruir o Paço da Ribeira que ali existia. Uma estátua equestre de bronze do Rei José I ancora o centro, ladeada por edifícios pombalinos com arcadas que agora abrigam cafés.
Planejado em 1759, mas concluído apenas em 1875, este arco triunfal ostenta esculturas de Vasco da Gama, Marquês de Pombal e outras figuras nacionais sob figuras alegóricas da Glória coroando o Gênio e o Valor. Um elevador instalado apenas em 2013 finalmente abriu o miradouro do telhado ao público.
Estes degraus de mármore serviam antigamente como entrada cerimonial pelo rio, onde reis e dignitários desembarcavam diretamente na praça. Duas colunas de pedra emolduram os degraus, dando ao local o seu nome, que se traduz como Cais das Colunas.
A principal rua pedonal do centro de Lisboa estende-se para norte a partir do arco, atravessando a malha da Baixa, ladeada pelo mosaico da calçada portuguesa, artistas de rua e montras de lojas em fachadas pombalinas restauradas.
Fundada em 1147, pouco depois da reconquista cristã da cidade, esta catedral com aspeto de fortaleza combina torres românicas com adições posteriores de claustros góticos, tornando-a a igreja mais antiga de Lisboa ainda de pé perto da rota pedonal.
Coroando uma das sete colinas de Lisboa, esta fortaleza remonta ao século XI e oferece um panorama ao nível dos telhados sobre a Baixa, o rio Tejo e os telhados de terracota de Alfama abaixo.
Você começa na Praça do Comércio entre as 09:00 e as 11:00, quando o ar que vem do Tejo ainda está fresco e os grupos de turismo do meio-dia ainda não chegaram. A praça está quase vazia, com as arcadas projetando longas sombras sobre a pedra. Você passa sob o arco da Rua Augusta e entra direto na malha urbana da Baixa, onde as ruas são totalmente planas e retas em direção ao Rossio. Depois, você vira para leste e a subida começa. Você sobe as escadarias para Alfama um degrau desgastado de cada vez, fazendo uma pausa onde um beco se abre para o miradouro de Santa Luzia, com todo o rio estendendo-se abaixo de você. Você percorre as paredes de azulejos com a ponta dos dedos, ouve o fado saindo de uma veneziana entreaberta e deixa a inclinação definir o seu ritmo, em vez de um relógio. No final da manhã, você chega ao Castelo de São Jorge no topo, o ponto mais alto do seu tour a pé em Lisboa, e olha para trás, para os telhados pelos quais você subiu. Ao descer, você corta para o oeste em direção ao Chiado, descansando um momento nas ruínas sem teto do Convento do Carmo, onde o céu substitui o teto. Como as ruas são públicas e gratuitas, você para sempre que quiser — sem filas de bilhetes, sem horários marcados. Você começou cedo, subiu lentamente e termina tendo lido a cidade desde o chão: não como uma lista de tarefas, mas como uma rota percorrida na velocidade para a qual foi construída.
Todos os detalhes da sua próxima aventura em um só lugar
Um walking tour em Lisboa guia-o a pé pelas fachadas de azulejos, miradouros e ruelas de calçada que ligam os bairros de Alfama, Baixa e Chiado. Liderados por guias locais, estes tours pelo centro histórico de Lisboa percorrem desde as alturas do castelo mouro até à margem do Tejo, fazendo paragens nos miradouros de São Jorge e nas rotas do elétrico 28. Reservar bilhetes para o walking tour em Lisboa com antecedência garante o seu lugar num pequeno grupo e com um contador de histórias que conhece as escadarias escondidas do bairro.
A Praça do Comércio de Lisboa foi reconstruída sobre os escombros de uma única manhã: o terramoto de 1 de novembro de 1755 arrasou o palácio real medieval que aqui existia, e o Marquês de Pombal substituiu-o pela maior praça ribeirinha da Europa. Essa decisão de recomeçar do nada molda tudo o que um walking tour em Lisboa toca hoje. A cidade não é uma cidade, mas várias empilhadas numa encosta, e atravessá-la a pé é ler essas camadas em sequência. A praça abre-se diretamente para o Tejo, as suas alas com arcadas emoldurando um arco triunfal na Rua Augusta e uma estátua equestre de D. José I no centro. Atrás dela encontra-se a Baixa Pombalina, a grelha de ruas retas que os engenheiros de Pombal traçaram como um dos primeiros distritos sismicamente projetados do mundo, com gaiolas de madeira escondidas dentro das paredes para absorver o próximo tremor. A geometria é deliberada, racional, quase desafiante — a resposta de um planeador à catástrofe. Caminhe para leste e a grelha dissolve-se. Alfama, o bairro mais antigo, sobreviveu ao terramoto por assentar sobre rocha mais firme, e o seu emaranhado mourisco de becos, escadarias e roupas estendidas sobe em direção ao Castelo de São Jorge sem plano algum. Aqui, o significado de um walking tour em Lisboa torna-se claro: o contraste entre a ordem planeada e o caos herdado é a história do lugar, e só pode ser compreendido ao passo de uma caminhada. O Fado deriva das portas, os azulejos arrefecem as fachadas, e os miradouros — Santa Luzia, Portas do Sol — distribuem as vistas sobre o rio que os postais pedem emprestadas. A oeste do centro, o terreno sobe novamente em direção ao Chiado e Bairro Alto, bairros literários de livrarias, cafés e o Convento do Carmo, cuja nave gótica sem telhado foi deixada aberta para o céu como um monumento permanente a 1755. O fio que une estes pontos turísticos de Lisboa é a elevação: as sete colinas que dão à cidade a sua luz e os seus gradientes punitivos na mesma medida. Os elétricos sobem penosamente os mais íngremes, mas o detalhe íntimo — uma verga esculpida, um santo em azulejo, o cheiro a sardinhas assadas — recompensa aqueles que escolhem os melhores walking tours em Lisboa a pé. O que mais importa em explorar Lisboa desta forma é o valor. As ruas, praças e miradouros não custam nada, por isso um passeio a pé em Lisboa autoguiado não tem qualquer custo de admissão, enquanto um walking tour em Lisboa com um guia local licenciado converte o mesmo chão livre em contexto — nomes, datas, o significado por trás de uma porta. Julgado pelo preço em relação à profundidade de entendimento, ambos resistem: a cidade dá a sua história livremente, e um guia simplesmente foca a atenção para quem estiver disposto a trocar uma taxa modesta por uma lente mais nítida sobre as mesmas ruas abertas.
Lisboa não é uma cidade, mas várias empilhadas numa encosta, e atravessá-la a pé é ler essas camadas em sequência.
Roupa confortável e respirável é adequada para o calor do verão em Lisboa, e calçado de caminhada plano e fechado é essencial quando o percurso sobe da Praça do Comércio para os paralelepípedos íngremes e irregulares de Alfama. Uma camada leve ajuda para as partidas matinais, pois as brisas do rio Tejo podem parecer frescas antes das 09:00, mesmo em julho.
A Praça do Comércio em si não tem controlo de bagagem ou detetores de metais por ser uma praça pública aberta, mas locais pagos próximos, como o miradouro do Arco da Rua Augusta, operam a sua própria triagem de entrada. Mantenha as malas fechadas e usadas à frente ao atravessar a movimentada rua pedonal da Rua Augusta, uma área conhecida de carteiristas segundo avisos da polícia local.
Fotografia e filmagem não são restritas na praça, nos degraus do Cais das Colunas e nas ruas circundantes da Baixa, pois é terreno público sem portão de admissão. Tripés são geralmente permitidos fora das horas de pico de tráfego pedonal, embora equipamentos grandes possam precisar de ceder espaço durante dias de feira ou eventos.
A praça aberta é segura e plana para carrinhos de bebé e crianças pequenas, embora as secções das colinas de Alfama de um roteiro de walking tour mais longo em Lisboa possam cansar rapidamente as crianças pequenas. Dicas de logística e ritmo para famílias estão cobertas no guia familiar dedicado.
A Praça do Comércio é plana, pavimentada e acessível a cadeiras de rodas, com uma entrada sem degraus a partir da estação de metro Terreiro do Paço na Linha Azul. O roteiro mais amplo de walking tour em Lisboa para Alfama e Chiado envolve colinas íngremes, escadarias e paralelepípedos irregulares que são difíceis para cadeiras de rodas ou visitantes com mobilidade reduzida, por isso consulte qualquer operador sobre um percurso alternativo acessível com antecedência.
Cafés e restaurantes ao ar livre alinham-se nos edifícios com arcadas da praça, incluindo o histórico Martinho da Arcada, que data de 1782, mas trazer a sua própria comida e água para a praça pública é permitido, uma vez que não há portão ou controlo de bagagem. O consumo de álcool é permitido nas esplanadas, mas desencorajado a partir de recipientes abertos enquanto caminha pelos roteiros de turismo pedonal.
Praça pública, sempre acessível
Manhãs de dia útil mais tranquilas
Mais movimentado no final da tarde
Tráfego mais intenso de grupos turísticos
Barracas de mercado local montadas ocasionalmente
Aberto 24 horas, grupos de excursão operam tipicamente das 09:00 às 18:00
09:00 - 11:00 é a melhor janela de chegada para um roteiro de walking tour em Lisboa, antes das multidões do meio-dia;local
Transporte público · 5-10 min das estações centrais · 1,80 EUR tarifa única Viva Viagem;A pé
Pegue o metrô da Linha Azul até a estação Terreiro do Paço, que dá acesso direto à Praça do Comércio, ou use a estação Baixa-Chiado (Linha Verde/Azul) a uma curta distância subindo a rua.
Como a entrada é gratuita e a Praça do Comércio é uma praça pública aberta, não há bilhete para cancelar ou reembolsar em visitas autoguiadas. Para qualquer operador de tour a pé guiado em Lisboa contratado separadamente, verifique a política de cancelamento do próprio fornecedor, pois os termos variam conforme a empresa.
Recommended time
3-4 horas
Reserve de 3 a 4 horas para o roteiro principal da Baixa a Alfama num passeio a pé por Lisboa ao seu próprio ritmo, incluindo paragens em miradouros e uma pausa para café; adicione uma hora se subir ao Castelo de S. Jorge ou se almoçar com calma. Encurte para menos de duas horas mantendo-se na grelha plana da Baixa e evitando as escadas de Alfama. Não há fila de bilhetes para as ruas e praças, embora o elevador de Santa Justa e o castelo possam ter filas curtas a meio da manhã. Os locais e outros grupos de passeios a pé por Lisboa tendem a aglomerar-se nos becos de Alfama a partir do final da manhã, por isso fazer a Baixa primeiro mantém o ritmo fácil.
Crowd levels through the day
Clima · afluência · preço médio — os pontos passam de verde a âmbar e vermelho conforme cada indicador sobe.
Dias amenos de 15-21°C e menos multidões tornam o período de março a maio confortável para um itinerário de tour a pé em Lisboa pelas colinas de Alfama. Flores de jacarandá e laranjeiras dão cor às ruas da Baixa durante esta época.;Verão (jun-ago)
Comece qualquer itinerário de visita guiada a pé em Lisboa na estação Terreiro do Paço, em vez de começar a subir em Alfama, uma vez que descer as ruas íngremes no final é mais fácil para os joelhos.;Use um cartão de transporte recarregável
Praça do Comércio, 1100-148 Lisboa, Portugal
Local central perto da estátua do Rei D. José I, perto da saída do metro Terreiro do Paço
Get directionsA Praça do Comércio começou como o Paço da Ribeira, o palácio real à beira-rio iniciado sob o reinado de D. Manuel I em 1511. Durante mais de dois séculos, os monarcas portugueses governaram a partir dos seus salões junto ao Tejo. O palácio albergava a biblioteca real e a Casa da Índia, o organismo alfandegário que geria um império comercial global. Na manhã de 1 de novembro de 1755, ocorreu o Grande Terramoto de Lisboa. Três sismos, um tsunami e incêndios reduziram o palácio e grande parte da zona baixa da cidade a escombros. Dezenas de milhares morreram. O Rei D. José I nunca mais viveu em espaços fechados e a zona ribeirinha em ruínas exigiu um plano totalmente novo. O Marquês de Pombal, primeiro-ministro do rei, dirigiu a reconstrução. Os engenheiros Manuel da Maia, Eugénio dos Santos e Carlos Mardel impuseram uma grelha rígida na Baixa nivelada. Foram pioneiros na gaiola pombalina, uma estrutura de madeira concebida para flexibilizar durante sismos futuros, um feito pioneiro de engenharia sísmica. A antiga praça do palácio foi reconstruída como um espaço cívico simétrico, com as suas arcadas abertas em direção ao rio. Um roteiro de passeio a pé por Lisboa através da Baixa permite ler esta ordem iluminista em cada rua reta. A estátua equestre de D. José I, fundida por Machado de Castro, foi inaugurada em 1775. Em 1873, o Arco da Rua Augusta completou a extremidade norte. Um passeio guiado a pé por Lisboa estende-se para além desta grelha planeada até Alfama, o labirinto que o terramoto poupou em grande parte. Alfama preserva o seu traçado urbano de origem mourisca anterior à reconquista cristã de 1147 por D. Afonso Henriques. As suas ruas estreitas sobem em direção ao Castelo de S. Jorge, cujas fundações são anteriores aos mouros. O contraste define a cidade: geometria pombalina abaixo, emaranhado medieval acima. Muitos passeios a pé por Lisboa combinam ambos. O acesso gratuito a estas praças públicas significa que os viajantes raramente precisam de bilhetes de passeios a pé por Lisboa para as ruas em si. Esta sobrevivência em camadas, desde a Olisipo romana através da Al-Ushbuna islâmica até ao design pombalino, é o que um roteiro de passeio a pé pelos marcos de Lisboa acaba por revelar.
D. Afonso Henriques conquistou Lisboa ao domínio mourisco, terminando com Al-Ushbuna.
D. Manuel I iniciou o palácio Paço da Ribeira na frente ribeirinha do Tejo.
O Grande Terramoto de Lisboa, tsunami e incêndios destruíram o palácio e a Baixa.
O Marquês de Pombal lançou o plano de reconstrução pombalina em grelha.
A estátua equestre de D. José I de Machado de Castro foi inaugurada na praça.
O Arco da Rua Augusta foi concluído no lado norte da praça.
Fique sob a colunata amarelo-ocre no lado oeste da praça e enquadre o Arco da Rua Augusta e a estátua do Rei D. José I através dos arcos; o sol baixo incide diretamente ao longo do chão da arcada. Este local ancora a maioria das rotas de visita a pé em Lisboa, uma vez que dá acesso à própria Rua Augusta.
Suba no elevador dentro do arco e depois suba uma pequena escadaria até ao topo para uma vista de 360 graus sobre o pavimento xadrez da praça, a Rua Augusta e o Tejo. Aplica-se uma pequena taxa de entrada, separada das visitas a pé gratuitas ao nível da rua.
Fotografe diretamente ao longo da rua pavimentada com mosaicos em direção ao arco, usando o padrão de calçada preta e branca como linha de guia; os artistas de rua e os toldos dos cafés acrescentam cor ao primeiro plano.
A partir da pérgula coberta de videiras e revestida de azulejos, enquadre os telhados de terracota de Alfama com a cúpula do Panteão Nacional e o rio Tejo em segundo plano; a parede revestida de azulejos cria um primeiro plano natural à esquerda.
Caminhe até à extremidade da varanda, passando pela estátua de São Vicente, para obter o panorama mais amplo de Alfama a descer em cascata em direção ao rio, com as torres gémeas da Igreja de São Vicente de Fora no horizonte.
Um roteiro de passeio a pé por Lisboa que começa na Praça do Comércio parece fácil ao princípio, mas transforma-se num verdadeiro treino assim que as colinas e escadas de Alfama começam, por isso ajuste o ritmo das crianças. As famílias fazem-no com sucesso todas as semanas, apenas com um plano flexível em vez de um itinerário fixo.
A Praça do Comércio e a zona ribeirinha são planas e acessíveis a carrinhos, mas as rodas tornam-se impraticáveis assim que começa a subir para os becos com escadas de Alfama. Um porta-bebés é a melhor ferramenta para o bairro histórico, e trazer rodas todo-o-terreno resistentes ajuda se ainda quiser circular pela Baixa.
Crianças pequenas e do primeiro ciclo adaptam-se bem se se mantiver nas praças mais planas e encurtar a subida de Alfama; crianças com menos de dois anos são mais fáceis de carregar do que de transportar em carrinho.
Comece pelo terreno plano em torno da Praça do Comércio para que as crianças aqueçam antes da inclinação, depois planeie um descanso a cada 20-25 minutos assim que as calçadas e escadas começarem. Bancos e esplanadas de miradouros ao longo do caminho são pontos de paragem naturais.
Volte atrás na base das ruas mais íngremes de Alfama e percorra as ruas em grelha da Baixa em vez de completar o circuito completo dos marcos de Lisboa; isto mantém o passeio em cerca de uma hora para pernas cansadas.
Casas de banho públicas e pontos de muda de fraldas são limitados no percurso, por isso utilize cafés perto da Praça do Comércio antes de subir.
A calçada portuguesa torna-se escorregadia quando molhada, por isso, em dias de chuva, mantenha-se no trecho plano da zona ribeirinha perto da praça em vez dos becos inclinados de Alfama.
A Praça do Comércio em si não tem bancas de comida, mas um roteiro de passeio a pé por Lisboa segue diretamente para a grelha de cafés e pastelarias da Baixa, subindo depois para as tascas de Alfama, por isso ninguém precisa de trazer os seus próprios snacks.
Peça um pastel de nata quente e um café ao balcão; observe os pasteleiros a trabalhar atrás do vidro. As filas aumentam após as 11:00, por isso é ideal para uma paragem rápida no início do percurso a sair da praça.
Um shot de ginjinha, com ou sem ginja, bebida ao balcão perto do Rossio. Bom para uma pausa rápida e característica em vez de uma refeição sentada.
Um local de petiscos para partilhar pratos como arroz negro com choco, a uma curta caminhada da Casa dos Bicos. Ótimo para uma pausa de almoço a meio do passeio com lugares sentados.
Pratos moçambicanos-portugueses como caris e matapa numa sala pequena e familiar. Melhor para viajantes que prolongam o passeio até à Mouraria e desejam uma refeição sentada fora do caminho turístico principal.
Experiências reais de viajantes reais
O nosso guia cresceu a duas ruas de onde começámos, por isso a rota do walking tour em Lisboa pareceu como se estivéssemos a ser guiados na casa de um vizinho. Percorremos as ruelas de Alfama, cheias de roupa estendida, logo após as nove, quando a luz estava suave e havia pouca gente. Ele apontou casas de fado e pequenas mercearias que eu nunca teria encontrado sozinha.
Como local, juntei-me para ver a minha própria cidade com novos olhos e as histórias do guia sobre o terramoto de 1755 foram precisas sem serem uma aula. A calçada estava escorregadia após a chuva da manhã, por isso usem sapatos com boa aderência. Adorei ouvir o elétrico 28 passar enquanto estávamos num miradouro tranquilo.
Este passeio a pé em Lisboa foi a nossa primeira manhã na cidade e orientou-nos perfeitamente para o resto da viagem. Subimos da Baixa até às muralhas do castelo com muitas pausas para recuperar o fôlego e fotografar o rio. As dicas de pronúncia em português do guia foram realmente úteis.
O tour pelo centro histórico de Lisboa cobre muito terreno e as colinas não são brincadeira, então fiquei feliz pelas pausas para água. Algumas das paragens nos miradouros ficaram lotadas com outros grupos ao meio-dia. Ainda assim, as explicações sobre os azulejos e a caminhada por Mouraria fizeram com que a subida valesse a pena.
Reservámos o tour a pé em Lisboa no final da tarde e acabámos nas Portas do Sol enquanto o céu ficava laranja sobre o Tejo. O guia equilibrou a história com recomendações para jantar nas proximidades. Ritmo confortável, grupo pequeno, e ela esperou pacientemente enquanto todos tiravam fotos.
Já fiz caminhadas autoguiadas antes, mas o contexto que o nosso guia deu sobre os pontos turísticos de Lisboa fez tudo ganhar sentido. Começámos na Praça do Comércio e terminámos perto da catedral cerca de três horas depois. Leve camadas de roupa porque as manhãs de fevereiro junto ao rio são mais frias do que imagina.
Uma chuva leve não arruinou o nosso tour a pé em Lisboa, embora os degraus de azulejos em Alfama estivessem bem escorregadios. O guia distribuiu alguns guarda-chuvas e manteve o ânimo com histórias sobre os cantores de fado. Um percurso mais curto do que o anunciado, mas ninguém se importou quando chegámos ao miradouro.
Andar a pé por Lisboa com alguém que conhecia cada atalho significou que evitámos totalmente a multidão de turistas. Caminhámos da Graça até ao antigo bairro mouro enquanto os sinos das igrejas tocavam. Ele até nos levou a uma pequena padaria para um pastel de nata a meio do tour.
Éramos apenas seis neste tour a pé em Lisboa, o que tornou fácil fazer perguntas enquanto subíamos em direção a São Jorge. O sol do solstício de verão estava forte ao final da manhã, por isso um chapéu ajudou muito. O ritmo do guia adequou-se tanto ao meu filho adolescente quanto à minha mãe.
O conhecimento do guia sobre os pontos turísticos de Lisboa e as antigas ruínas do terramoto manteve-me envolvido durante todo o caminho. Saiba apenas que o percurso a partir da Baixa é genuinamente íngreme e de calçada. Apanhámos a luz dourada sobre os telhados perto do final, o que fez o esforço valer a pena.
Tudo o que você precisa saber para sua viagem
A Praça do Comércio e as ruas circundantes estão abertas 24 horas por dia, uma vez que se trata de uma praça pública sem portões, embora a maioria das partidas de tours guiados a pé em Lisboa ocorra entre as 09:00 e as 18:00.
A entrada é gratuita, a 0 EUR, porque o tour a pé em Lisboa cobre ruas e praças públicas em vez de um local com bilhete.
A Praça do Comércio em si é plana e sem degraus a partir da saída do metro Terreiro do Paço, mas as secções de Alfama e Chiado de um tour a pé completo em Lisboa envolvem colinas íngremes e escadas que são difíceis para cadeiras de rodas.
Não há verificação de malas na praça aberta, embora locais pagos nas proximidades, como o miradouro do Arco da Rua Augusta, façam as suas próprias revistas, e os visitantes devem manter as malas fechadas através da movimentada Rua Augusta.
A fotografia é irrestrita em toda a praça e ruas públicas que compõem a rota dos tours a pé em Lisboa, uma vez que é terreno público aberto sem controlo de entrada.
Chegar entre as 09:00 e as 11:00 oferece temperaturas mais frescas e menos grupos de turistas antes da confusão do meio-dia no tour a pé em Lisboa.
Calçado confortável e fechado para caminhada e camadas de roupa respiráveis funcionam melhor, já que o percurso sai de uma praça plana à beira-rio para os paralelepípedos íngremes de Alfama.
Levar a sua própria comida e água para a praça pública é permitido, e os terraços dos cafés ao longo das arcadas também oferecem refeições, mas o consumo é desencorajado durante a caminhada em trechos pedonais mais estreitos.
A Linha Azul do metro para diretamente na estação Terreiro do Paço, na praça, e a estação Baixa-Chiado nas linhas Azul e Verde fica a uma curta caminhada subindo a colina para aqueles que continuam o percurso.
Sim, a secção plana da praça é adequada para carrinhos de bebé e crianças pequenas, embora o trecho mais íngreme de Alfama de um roteiro de walking tour mais longo em Lisboa possa ser cansativo para crianças pequenas.
Como a praça não tem custo de bilhete, não há nada a cancelar numa visita autoguiada; qualquer operador turístico contratado separadamente define a sua própria janela de reembolso, geralmente 24 horas antes da partida.
O percurso liga-se naturalmente ao Arco da Rua Augusta, Elevador de Santa Justa, Sé de Lisboa, Praça do Rossio, ruínas do Convento do Carmo e Castelo de São Jorge, tudo a 15 minutos a pé.
Um arco triunfal concluído em 1875 com um elevador interior e um miradouro no terraço com vista para a praça e o rio. Aplica-se acesso pago separado para o terraço, distinto da praça pública gratuita abaixo.
Hotéis e pensões centrais, económicos ou de gama média, a uma curta distância a pé da praça, perto do Rossio e da Rua Augusta.
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